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Gordofobia: conceitos e pré-conceitos




Pensando discutir em vídeo e deixar claro para meus leitores sobre a minha visão sobre a população “plus size", sobre a estigmatização da obesidade na sociedade e sobre a luta contra o preconceito, por um mundo de maior aceitação, me inspirei sobre esse tema: gordofobia.


Sendo bem simplista: gordofobia é a aversão ao corpo do outro que está obeso.


Estamos numa era que se julga “sem-preconceitos”, com respeito as diferenças, só que não, né?

As mulheres ainda recebem salários menores nos seus cargos de trabalhos quando relacionados aos dos homens, ainda existe muito preconceito com a classe GLS e o obeso sofre "buillyng".


Gordofobia é um problema legítimo e antigo! As pessoas, que estão acima do peso são constantemente chamadas a emagrecer e recebem dicas de dietas, como se a obesidade incomodasse o próximo.

O obeso sofre “bullying” o tempo todo, todo o tempo, podendo acarretar até em desordens mentais. Como forma de luta contra isso, que nasceu a classe “plus size”, mulheres e até homens que se agregam para unir forças contra o preconceito aos obesos ou sobrepeso na sociedade.


Portanto, meu posicionamento é contra a gordofobia: É injusto, e deve ser mostrado, o preconceito que os obesos sofrem, é injusto a sensação de “piedade”, que os outros tem, com as pessoas que sofrem de excesso de peso, é atrevido as dicas de dietas, exercícios, MAS não podemos simplesmente aceitar essa condição, não. A obesidade é uma doença que deve ser tratada e combatida, mesmo que o exame ainda não provém o contrário.

EU NÃO TENHO PRECONCEITO COM QUEM ESTÁ ACIMA DO PESO, MEU PRECONCEITO É COM QUEM NÃO CUIDA DA SAÚDE.

Os bons hábitos de vida devem ser incentivados e praticados por todos, a favor da saúde, para proteção à vida. É para isso que estou nesse mundo, para ajudar nessa luta! Para protestar contra a gordofobia mas ajudá-los a vencer essa doença.

O que vemos, é que existe uma minoria da parcela dos obesos que estão com exames de sangue normais, e que fazem exercícios físicos e prezam por um estilo de vida saudável. São chamados de obesos metabolicamente saudáveis. No entanto, após 20 anos de obesidade, a chance de evoluir com doença é 25% maior que a população normal, portanto, a orientação que temos é que o excesso de peso, acúmulo de gordura que não é saudável,

Participando dessa luta e acompanhando seus estigmas e sofrimento, observei algo, numa MINORIA deles, que me perturbou. Por algumas vezes, vi citações de pessoas obesas se descrevendo como: viciadas em “junk food”, ou associando a obesidade como um estado de saúde, defendendo a obesidade como algo que imutável. Eu como médica, não posso, jamais, aceitar o tamanho “plus size”, como um estado de vida, como fosse uma situação, ou uma escolha do indivíduo. Jamais, e jamais, posso aceitar uma pessoa ser viciada em “junk food”, até entendo que ela possa gostar, mas viciar, não. Visto que vejo, entendo e defendo a obesidade como uma doença que EXISTE tratamento. Visto que entendo que o açúcar vicia e apresenta comportamentos de vicio, que também existe ESCOLHAS. Visto que acredito que todos meus pacientes obesos podem sim, se não perder peso, ganhar vida com mudanças de hábitos.


Provavelmente esse comportamento de radicalização que vemos em alguns deles se dá como um protesto a tanta luta contra obesidade e tantas frustrações diante delas. Uma exaustão de enfrentar a obesidade, sendo constantemente julgada como relapsa ou preguiçoso. Mas dessa maneira, só estamos invertendo padrões.

NÃO PODEMOS TROCAR UM PADRÃO PELO OUTRO,

A prevenção nesses casos, é perdendo peso, sim.


Cria-se uma Rejeição de um padrão anterior, nesse caso o fato das pessoas oprimirem os obesos, e cria-se então uma sociedade que aceita os obesos como são, sem fazer mudanças políticas ou estratégias de prevenção ao ganho de peso no trabalho e nas indústrias alimentícias.

A solução é a busca de um médico que entenda da obesidade como doença e os vários sítios que podem desencadear o ganho de peso. Um médico bem capacitado com um paciente que deseja fazer o tratamento, há bons resultados.

Um beijo a todos

Dra Lia Lima

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Uma atuante no metabolismo funcional e low carb que tem o objetivo de utilizar e agregar a tecnologia como complemento do tratamento de pacientes com distúrbios metabólicos, prestar informações relevantes sobre as doenças metabólicas e propiciar um meio para compartilhamento de experiências no enfrentamento dessas doenças e incentiva-los na busca de qualidade de vida!

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