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Jejum intermitente: Chance de ser mais que MODA


Cada vez mais a teoria do jejum intermitente entra na ciência.


Em fevereiro desse ano saiu um artigo sustentando a hipótese de que, no jejum programado e bem realizado, ocorre perda de peso baseada na queima de gordura e aumento de marcadores de saúde.


Defende que é uma prática fácil de realizar e aderir, mas avisa os cuidados para idosos, adolescentes, crianças e pessoas com doenças em uso de medicações, diante da possibilidade de perda de nutrientes, quando o jejum é mal realizado e pouco supervisionado.


O artigo ainda arisca que o jejum pode ajudar a aumentar os marcadores de doenças cardiovasculares como hipertensão e diabetes e até o câncer.


No entanto, deve ficar claro que ainda não há aceitação desse método pelo FDA (Food ans Drugs Administration) ou pelas sociedades cientificas, apesar desses marcadores positivos estarem realmente presentes no jejum e que a perda de peso existe.


O que se questiona é que:

Se esses marcadores são presentes específico para os praticantes de jejum ou se todas as dietas que promovem perda de peso as apresentam também.


Outra preocupação é que existem variados métodos e não se sabe qual os que realmente trazem risco ou se há algum método especifico com poder benéfico. Portanto, ainda aguardamos mais estudos e mais acompanhamento desta pratica para as entidades se posicionarem.

O fato é que o jejum intermitente, cada vez mais, invade, de forma positiva, os artigos científicos.

Fiquem espertos!

Um beijo,

Dra. Lia Lima

Assista a LIVE que fiz sobre esse assunto, abaixo

M. WEI; S. BRANDHORST; M. SHELEHCHI, et al. Mimicking Temporary Fasting May Reduce Risk Factors. Sci Transl Med. Vol 9, N. 377, Fev, 2017.

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