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Lorcaserina: a aposta de 2017.

Lorcaserina: a aposta de 2017.

Mais uma vitória para o arsenal medicamentoso contra a obesidade!

A lorcaserina, já previamente utilizada nos EUA para mesmo fim, foi aprovada pela ANVISA, no Brasil, em dezembro de 2016. Ainda não foi comercializada pois a empresa farmacêutica, detentora da marca, ainda não a disponibilizou.

O que sabemos, é que no exterior, ela custa cerca do valor de 400,00 reais.

Um valor pouco acessível.


O que ela promete é causar saciedade, aumentando a secreção de melanocortina, por estimular os receptores de serotonina 5HT2c. Simplificando essa frase anterior: o local 5HT2c no cérebro, onde a medicação vai atuar, é o local que promove saciedade e envolve dois hormônios: a serotonina e melanocortina. Sim, falei em serotonina, mas não falei depressão. A serotonina também está relacionada ao bem-estar e prazer, sendo local de atuação de medicações anti-depressivas.

A lorcaserina não atua em diferentes receptores, apenas o que está relacionada à saciedade, portanto não é indicada para depressão, mesmo que envolva a serotonina.


Ela está sob forma de comprimidos e é indicada para casos de obesidade ou sobrepeso com falhas de tratamentos prévios.


Ela promete ter menos efeitos colaterais e por isso ter melhor aceitação e aderência no tratamento de obesidade, pois ela atua em locais específicos e não em vários órgãos, diferencial da classe de medicamentos anti-obesidade.


Mas não se iluda!


Não há como emagrecer esperando milagres!


A associação com exercícios e reeducação alimentar é obrigatória para perda de peso, quem sabe as vezes auxilio motivacional e tratamento psicológico.


Um beijo a todos;

Dra Lia Lima.

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