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As Frutas na Vida “Low Carb”- Com Dra. Lia Lima




Como o nome já diz, alimentação “Low Carb” significa: carboidratos reduzidos. Portanto, para quem já se mantem na alimentação de baixa oferta de carboidrato, sabe que a ingesta desse alimento pode ser incluída na alimentação. A única informação, que é bem simples, e muitos não querem assumir, é que a população consome muito carboidrato e que sua redução não é igual a sua eliminação.


A dieta “Low Carb” não pode ser classificada como uma alimentação “radical” ou restritiva, uma vez que todas as fontes de alimentos são oferecidas, e apenas o excesso do que estava errado, é reduzido.


Como as frutas entram nessa história?


As frutas são fonte de carboidratos (leia aqui sobre a classificação de carboidratos), a frutose.

Como já discutido antes, alimentação “Low Carb” permite ingesta de carboidratos, mas orienta uma escolha inteligente, e as frutas podem ser uma delas. Para quem quer consumir frutas na alimentação “Low Carb” precisa ler essa postagem sobre 8 dicas sobre as frutas, no blog.


Seguem algumas informações importantes sobre as frutas na alimentação “Low Carb”:

  1. Frutas são fonte de carboidratos e não podem ser ingeridas em excesso na “Low Carb”.

  2. Prefira as frutas de baixa oferta de carboidratos que são: abacate, chuchu, abobrinha, pepino, pimentão e berinjela. <- Sim! Essas moças são frutas.

  3. Frutas em excesso podem prejudicar a perda de peso, para pessoas que fazem “Low Carb” com esse objetivo.

  4. Não consuma sucos e sim a fruta pura e água.

  5. Se você consome fruta como ferramenta para reduzir a vontade de ingerir doces, prefira as frutas afinal. Controle apenas a quantidade.

A autorização do consumo de frutas na alimentação “Low Carb” é diferente da autorização do consumo de frutas na alimentação paleolítica.



A alimentação paleo busca consumir alimentos de forma parecida aos nossos ancestrais “das cavernas”, sendo assim, as frutas são liberadas e não controladas na alimentação paleolítica. Afinal, existiam frutas nos pés das arvores, na era das cavernas. Existe apenas uma frustração, que o paleolítico convive, que é que: as frutas dos mercados e feiras da atualidade são banhadas de agrotóxicos (que não é paleo), além de serem modificadas geneticamente e ambientalmente para reproduzirem o ano inteiro, sem respeitar sazonalidade (que não é paleo), e apresentarem aspecto mais bonito e sabor mais atraente (que não é paleo). Infelizmente seguir uma dieta estritamente paleo é bastante difícil para quem vive em cidades urbanas, mas nada é impossível para aquele que persiste, já dizia Alexandre, o grande, e existem VÁRIOS benefícios, em fazer dieta paleo.


A dieta paleolítica não impõe limites de quantidade de alimentos, e a sua ingesta vai depender das suas necessidades, do seu estilo de vida e da sua fome. É claro que a alimentação paleolítica tem mais oferta de proteínas e gorduras que de carboidratos. A alimentação rica em carboidratos gera fome rapidamente, e nossos ancestrais notaram isso. Para que nossos ancestrais não passassem por longos períodos de fome, portanto, a oferta de carboidratos não eram a primeira escolha de uma alimentação paleo, e a frutas sendo uma delas, não podem ser a única fonte de alimento, mas podem ser complemento.


A dieta paleo e a “Low Carb” reduzem a oferta de frutas na alimentação.


A dieta “paleo” restringe carboidratos, mas não as controla, visto que era um alimento comum dos “ancestrais”, a “Low Carb” restringe algumas frutas, controla a sua quantidade, e prefere outros carboidratos.


Quando você faz escolhas inteligente de frutas na “Low Carb”, você está sendo “paleo”, mas quando você faz apenas “paleo”, pode não estar seguindo as orientações “Low Carb” de forma correta, atenção a isso.


As quantidades de frutas na “Low Carb” e na AHA (American Heart Association).


A AHA é a associação americana do coração, e é uma entidade bastante respeitada pela classe médica e nutricional, quando o assunto é a alimentação. Ela estuda e dá várias orientações sobre o que é saudável e evidenciado e defendido pela ciência. A infelicidade disso tudo é que muitas descobertas são patrocinadas pela indústria de interesse, e os menos influentes financeiramente ficam em desvantagem. Portanto, uma avaliação crítica sobre o que se publica é sempre necessária, e é importante entender que estamos em processo de constante evolução de conhecimento e conceitos.

O que é certo hoje, pode ser o incorreto do amanhã.


O grande objetivo é se comportar de forma equilibrada dentro desse mundo de informações que hora tende para um lado e hora para outro.


Dentro desse contexto, venho trazer a informação de que a AHA incentiva o consumo de frutas, para o alcance de uma alimentação saudável. Ela não orienta quais frutas, e sugere a ingesta de 4-5 porções de frutas ao dia, da sua preferência. Já a “Low Carb”, que orienta a redução de ingesta de carboidratos e busca a baixa secreção de insulina na corrente sanguínea, orienta a ingesta de frutas de forma moderada, inteligente e consciente. Eu fico para o lado da “Low Carb” e acredito que não exista nenhuma alimentação saudável que possa haver algum grau de “liberdade” alimentar, pois tudo que é em excesso (seja no alimento, seja no comportamento) pode ser nocivo. Triste realidade, pois até o amor em excesso, pode fazer mal, sendo a moderação e a auto avaliação, parte da evolução..




Ok pessoal, por hoje é isso. Espero que tenha sido útil e esclarecedor!

Por hoje é isso, espero que gostem!


Muito Obrigada, Mil Beijos e Fiquem em Paz


Dra. Lia Lima


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Dra. Lia Lima Site: www.dralialima.com.br

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Uma atuante no metabolismo funcional e low carb que tem o objetivo de utilizar e agregar a tecnologia como complemento do tratamento de pacientes com distúrbios metabólicos, prestar informações relevantes sobre as doenças metabólicas e propiciar um meio para compartilhamento de experiências no enfrentamento dessas doenças e incentiva-los na busca de qualidade de vida!

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