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Leite Tipo A1 X Leite Tipo A2 [Dra. Lia Lima] Comenta


Leite Tipo A1 X Leite Tipo A2


Assim como o trigo, é impressionante o excesso de alimentos derivados do leite, inclusos na alimentação ocidental. Pare para pensar se você consome leite na sua dieta rotineira. Por exemplo: bolachas, pão, iogurte, queijos, molhos, coalhadas, sorvete, bolos, biscoitos, massas..


Bom, consumimos leite em excesso, isso é fato! Sabe-se que tudo em excesso não funciona, quando o assunto é metabolismo e saúde do organismo humano.


O assunto de hoje é se atualizar da relação do consumo de leite com doenças da modernidade e se posicionar quanto a opção de substituir pelo leite tipo A2.


Uma vez que a venda de um produto, que gera renda, pode ficar ameaçada, a saída para os produtores e vendedores é encontrar um substituto de alimento, mantendo sua base lucrativa e sobreviver. Não há estratégias de fornecimento de educação a população sobre os riscos e os benefícios do consumo moderado de qualquer que seja o alimento, o que importa é se manter, através da venda. Acredita-se que o consumo excessivo desse alimento está associado a doenças que vão desde simples indigestão a doenças cardiovasculares, autismo e esquizofrenia


Sendo assim, os compradores nos Estados Unidos estão prestes a encontrar algo novo no corredor de laticínios, que seria o leite A2, comercializado na Nova Zelândia há 20 anos.

O que é o leite A2?


A beta-caseína é a principal fonte de proteína no leite. Acredita-se que há muito tempo atrás as vacas era produtoras apenas de beta-caseína do tipo 2 e que, no entanto, com os passar dos anos e com o cruzamento de vacas, a estrutura genética dessa proteína foi modificada, sendo a vaca atual produtora de dois tipos de beta-caseína. A do tipo A1 e A2. O que sugere, então que estamos consumindo desde o nosso nascimento até os dias de hoje, uma mistura de caseínas, A1 e A2 e que o subtipo A1 a que está associada à doenças, sendo tóxica a saúde.



Acredita-se que os problemas de doenças associados o leite são derivados da beta-caseína A1, isso porque a sua digestão pode causar a liberação da beta-casomorfina opióide, uma substância potencialmente inflamatória.


Reside uma polêmica se a ingestão de leite A1 está associado à doenças, mas o fato é que doenças inflamatórias intestinais como: síndrome do intestino irritável, doença de chron, SIBO, intolerância a lactose e até alergia a proteína do leite de vaca em recém nascidos, têm sido cada mais mais observada, na vida moderna. Acredita-se que existem muito poucos estudos que comprovam a relação de toxicidade do leite tipo A1 ao homem, apesar de já existir em roedores. Talvez se as evidências científicas tivessem funcionado, teria exigido grandes ajustes nas indústrias de laticínios do mundo.


Indo mais além, não há também, estudos significativos de que o leite A2 é benéfico, e trago à reflexão que o homem é o único animal que consome leite de espécie diferente.

Há quem defenda que a proteína presente no leite de vaca tem alto valor biológico, mas a dúvida é: Ele pode ter uma estrutura de qualidade, porém, será ele apropriado ao homem?


Apesar de gostar de queijos, iogurte, coalhada, molhos e etc.. tenho cada vez mais consciência que nosso corpo carrega um código genético que identifica os alimentos apropriados ao corpo. Tudo aquilo que não é apropriado, ele não reconhece como alimento e desenvolve mecanismo de defesa contra a substancias não-alimentos. Acredito veemente que leite não deve ser alimento, não para o homem.


Espero que tenham gostado,

Fiquem em bem e em paz,

Beijos

Dra. Lia Lima


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Referencias:

A2 Milk: Breakthrough of Science or Marketing? - Medscape - Aug 10, 2018.

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