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Como Tratar Agora a Fadiga Adrenal. Dra Lia Lima Explica

FADIGA ADRENAL - tudo no vídeo abaixo

CONCEITO


Fadiga adrenal é termo que alguns médicos têm utilizado na condição da baixa produção de hormônios derivados da glândula adrenal como resposta ao estresse crônico. Eles alegam que a glândula adrenal responde ao estresse agudo com aumento de produção de vários hormônios dessa glândula, sendo que com o estimulo ao estresse de forma continuada a glândula entra em estafa e reduz sua produtividade.


Leia melhor sobre a fisiologia da doença nessa postagem aqui


ENTENDA O CONFLITO NA MEDICINA


Sabe-se que existe uma doença auto-imune (imunidade – formação de anticorpos contra as próprias adrenais), na qual atinge essa glândula levando a não produção dos seus hormônios, gerando sintomas semelhante a fadiga adrenal porem com intensidade muito maior, sendo uma doença mais grave e muito rara.


Alguns grupos de médicos acreditam que a fadiga adrenal é um tipo leve e não autoimune de insuficiência adrenal (ou doença de Adisson).

O importante é que, diante da apresentação dos sintomas, doenças como insuficiência adrenal e fadiga deveriam ser investigadas.

SINTOMAS DE FADIGA ADRENAL


Muito provavelmente você lerá os itens abaixo relacionados a sintomas de fadiga adrenal e vai ter o insight abaixo:


“Essa sou eu!”


Precisamos lembrar que a fadiga adrenal é uma doença relacionada ao stress, no qual, no mundo moderno quem não sofre de estresse e sobrecarga é a exceção. De forma que nem todas as pessoas que manifestam sintomas de stress apresentam sobrecarga ou exaustão das adrenais.


ATENÇÃO: Se você sente alguns dos sintomas abaixo o ideal é iniciar as orientações de mudança de estilo de vida e se não houver melhora, procurar um médico.


PRINCIPAIS SINTOMAS


Os sintomas mais comuns da fadiga adrenal podem incluir:

  • Cansaço entre 9-10 horas da manhã, mas resiste em ir para a cama;

  • Necessidade de café ou estimulantes para começar o trabalho pela manhã;

  • Ânsia por salgados, gordura e alimentos com alta proteína, como carne e queijo;

  • Aumento dos sintomas da TPM nas mulheres; e menstruação mais intensa;

  • Dor na parte superior das costas ou no pescoço, sem razão aparente;

  • Sente-se muito melhor quando o estresse é aliviado, como em período de férias prolongado;

  • Dificuldades em acordar pela manhã;

  • Episódios recorrentes de confusão mental associado a tonteira;

  • Tendência a ganhar peso e não perdê-lo, especialmente em torno da cintura; ou mesmo perda rápida de peso.

  • A alta frequência de contrair a gripe e outras doenças respiratórias e os sintomas tendem a durar mais do que usual;

  • Tendência a tremer quando está sob stress e pressão;

  • Redução do desejo sexual;

  • Tonturas ao levantar de uma posição horizontal;

  • Tendência a pressão baixa;

  • Falta de energia no período da manhã e à tarde, entre 3 a 5 horas;

  • Sentir-se melhor, por um breve período, depois de uma refeição;

  • Aparecimento de lesões alérgicas e auto-imunes na pele como eczemas, urticária, psoríase e etc;

  • Taquicardia sem causa aparente.

  • Cansaço excessivo;

  • Dor no corpo todo;

  • Negatividade e ofuscação

  • Apatia e desânimo

  • Insônia

  • Desordens digestivas como SIBO (leia mais aqui sobre essa doença)

ATENÇÃO: Vale lembrar também que como os sintomas de fadiga adrenal são vagos, muitas outras doenças podem aparentar fadiga e não ser fadiga, ou vice-versa, ser fadiga e ser tratada como outra doença.


A INTERNET E A FADIGA ADRENAL: O paciente que faz leituras em internet e blogs pode beneficiar os médicos durante o atendimento clínico deixando mais claros os sintomas percebidos pelo paciente.


Sou a favor de empoderamento do paciente que é portador de alguma doença ou deficiência, sendo assim, o conhecimento é a base para alcançar esse poder e ajudar no tratamento e enfrentamento dos desafios de patologias que podem surgir na jornada da vida. É por isso que escrevo e alimento um blog.


No entanto existe um site americano Dr Wilson com muitas informações no link aqui se você se interessar.


Se você está sendo tratado com diagnóstico de alguma doença, manifestando possíveis sinais de fadiga adrenal e sem melhora com tratamento da outra doença, sugiro você conversar com seu médico e levantar a possibilidade de outras possíveis causas, sendo uma delas a fadiga adrenal. Lembre-se que fadiga adrenal ainda não é considerada uma doença pela medicina tradicional e nem todos os médicos são conhecedores dessa situação.

DOENÇAS QUE SE PARECEM COM A FADIGA ADRENAL:


  • Doenças mentais: ansiedade, depressão, pânico

  • Doenças da tireoide: Hipotireoidismo

  • Deficiências vitamínicas: anemias e outras vitaminas.

  • Intoxicações por alumínio

  • Insuficiência Adrenal

VOCÊ JÁ PODE E DEVE INICIAR SEU TRATAMENTO PARA FADIGA ADRENAL!


O tratamento da fadiga adrenal é baseado em 4 pilares, sendo o mais difícil dele o primeiro item.


1º pilar: mudança de estilo de vida

2º pilar: medicina quântica e psicologia

3º pilar: vitamínicos

4º pilar: fitoterápicos

5º pilar: medicações alopáticas


Muitas pessoas falam que o tratamento de fadiga adrenal é fácil, e é mesmo, para aquela pessoa que entende que muitas vezes o tratamento dessa doença exige uma autoavaliação intensa no objetivo de encontrar a causa que levou a exaustão das adrenais. Algumas vezes são causas relacionadas a forma de observar e entender o mundo, outras devido a exigência e entrega a vida profissional.


O sucesso do tratamento ocorre quando o paciente se entrega para as novas possibilidades e mudanças, além do auxílio médico. É consenso que a maioria dos casos (cerca de 80%) são adequadamente tratados com 1º pilar do tratamento de fadiga adrenal.

Infelizmente, que mais encontro, na prática clínica, são pacientes que esperam efeitos mágicos de medicações, sendo que o primeiro e segundo pilar já deveriam estar ajustados e em prática regular.


Não dá para tratar pessoas que sofrem de uma doença que é consequência do estresse, sem que ela não mude a causa que levou ao estresse. O uso de medicações só vai “tapar o sol com peneira”, de forma que a raiz do problema deve ser combatida.


Vale registrar que nem sempre o problema é a resistência em gerar mudanças nos hábitos, se os pacientes apresentam um cansaço intenso. Os que sofrem com a doença, na maioria, já sabem e entendem a necessidade de mudanças, eles não dispõem de energia para conseguir iniciar e a frustração só piora.


Os médicos ajudam muito quando entendem sobre o processo da doença, se solidarizam com a situação e estimulam as modificações de estilo de vida, através de passo-a-passo.

COMECE SEU TRATAMENTO AGORA!

MUDE SEUS HÁBITOS!


SONO

  • Descanso: tente dormir pelo menos 7 a 8 horas por dia. Se puder tirar aquela cochilada após almoço sempre é útil.

ALIMENTOS

  • Livre-se da cafeína

  • Evite alimentos inflamatórios como açúcar, edulcorantes ou alimentos processados. Alimentos processados não poderiam nem receber a classificação de alimentos. Como uma substância química pode ser chamada de alimento (que leva a digestão e nutrição celular) se ele é um químico, sem origem da natureza

  • Inicie logo sua dieta Low Carb, sem restrição em exageros dos carboidratos. Aumente hortaliças, proteínas e reduza os farináceos.

  • Alimentos que potencializam as adrenais: coco, abacate, proteínas vegetais, azeite e brócolis.

  • Reduzir o açúcar e as calorias vazias

  • Remova fast food de sua dieta

HIDRATAÇÃO

  • Fique hidratado leia a importância disso aqui

ATIVIDADE FÍSICA

  • Exercício diários, nem que seja 30 minutos por dia, para manter os níveis de estresse baixos

MEDICINA ALTERNATIVA E SUBJETIVA

  • Pratique Ioga ou mindfulness: que são ideais para reduzir o estresse. Encoraje relacionamentos positivos em sua vida.

  • Execute atividades relaxantes e meditação. Re-energize seus chakras, especialmente o chackra de base. Leia mais sobre ele aqui

  • Faça musicoterapia

PLANTAS PODEM AJUDAR!


Os fitoterápicos relacionados ao tratamento da fadiga adrenal e stress são:

  • Alcaçuz: 1 a 4 gramas, 3 vezes ao dia;

  • Ashwaganda: 2 a 3 gramas, 2 vezes por dia;

  • Panax ginseng: 200 a 600 mg por dia;

  • Rhodiola rósea: 100 a 300 mg, 3 vezes por dia.

  • Maca Peruana: 500mg, 1-2 vezes por dia.

  • Tribulus Terrestris: 500 a 1000 mg, 1-2 vezes por dia.

PLANTAS PODEM AJUDAR E AS VITAMINAS PODEM TURBINAR

  • VITAMINA C

  • VITAMINA B5, B6, B12

  • MAGNÉSIO E ZINCO

Bom gente, espero ter ajudado vocês a entender sobre essa situação. Espero que vocês possam refletir sobre o tema que apesar de polêmico e controverso, pode ser tratado agora, com mudanças de estilo de vida. O uso de medicações são a exceção e a raridade dos casos e é exatamente a parte mais polêmica da doença, uma vez que alguns médicos prescrevem corticosteróides, que são substâncias que certamente levam um bem estar momentâneo, mas um risco muito sério em usar cronicamente, gerando diabetes, osteoporoses, hipertensão, obesidade. Nada mais, nada menos as doenças que mais matam no mundo. Sendo assim o médico precisa muito pesar na balança quando estiver de frente a essa situação, e não é o assunto de hoje.

Se você conhece alguém que sofre com isso, não deixe de compartilhar e ajuda ao próximo a enfrentar seus desafios em saúde.

Eu espero que você tenha gostado de verdade,

Fique com Deus, fique em paz,

Gratidão gigante

Dra Lia Lima

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Uma atuante no metabolismo funcional e low carb que tem o objetivo de utilizar e agregar a tecnologia como complemento do tratamento de pacientes com distúrbios metabólicos, prestar informações relevantes sobre as doenças metabólicas e propiciar um meio para compartilhamento de experiências no enfrentamento dessas doenças e incentiva-los na busca de qualidade de vida!

Dra Lia Lima

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